segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Não me Pergunte

Nada mais natural do que iniciar um blog contando como se chegou ao nome do dito cujo.

Em toda casa que costuma ter almoço costuma também haver sobras. A casa da minha bisavó era assim. Para aproveitar o arroz do que tá no potinho na geladeira, aquele picadinho, farofa, tomate, ovo, minha bisavó fazia um prato completamente único misturando tudo o que tinha disponível. Quando perguntavam o que ela estava preparando, a resposta era: Não me Pergunte.

Minha mãe seguiu com a receita de família e de vez em quando prepara um Não me Pergunte para que todos nós possamos encher a barriga. Ao olhar de fora pode-se imaginar que essa mistura não agrada o paladar, mas posso garantir que a insatisfação sempre passou longe.

Por isso, nada melhor do que levar a "tradição" em frente. Aprendi que misturando tudo e colocando um pouco de tempero, é possível fazer um prato saboroso e é isso que farei aqui. Não espere encontrar um blog especializado em algum tema ou qualquer coisa parecida, pretendo falar sobre qualquer coisa que me chame a atenção, sem qualquer restrição, exceto talvez pelo meu interesse.

Então se você está se perguntando: O que estou fazendo? Pra que serve o blog?
Não me pergunte

4 comentários:

  1. Adorei a história. Sua bisavó era muito esperta.

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  2. Começou muito bem! Esse blog promete.

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  3. Olá
    Muito boa a postagem.
    Já estou te seguindo.
    Continue dando seus pitacos, pois começou muito bem.
    Até mais

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  4. Adorei a explicação e a história. Bjs

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